• Maior eficiência no deságue e na desidratação do lodo;
• Melhoria da drenagem da fase líquida nas geoformas;
• Redução do tempo de permanência do lodo nas unidades;
• Aumento da disponibilidade de área para novas operações;
• Otimização da dosagem de polímero e das taxas de aplicação;
• Maior facilidade no manuseio, remoção e destinação do lodo;
• Aumento da capacidade operacional da Unidade de Tratamento de Resíduos;
• Melhor integração entre condicionamento químico, tecido filtrante e parâmetros operacionais.
Otimização do sistema de desidratação de lodo
Data do projeto
2022
Localização
Santa Catarina - SC
Soluções
Otimização do sistema de desidratação de lodo proveniente de Estação de Tratamento de Água (ETA), com adequação de parâmetros operacionais e das condições de deságue em geoformas.
Desafio
A empresa responsável pelo tratamento de água do município possuía uma Unidade de Tratamento de Resíduos (UTR) destinada ao recebimento e tratamento do lodo gerado nos decantadores da ETA. O sistema utilizava geoformas para o deságue e a desidratação do lodo, porém apresentava baixo desempenho, principalmente pela baixa eficiência na drenagem e pela dificuldade em atingir o nível de desidratação esperado. Como consequência, havia elevada permanência de lodo nas geoformas, reduzindo a disponibilidade de área para novas unidades e comprometendo a capacidade operacional da UTR. O acúmulo também dificultava as etapas de manuseio, remoção e destinação do material, limitando a eficiência global do sistema.
Solução
A avaliação técnica identificou que o desempenho estava relacionado a diferentes parâmetros do processo de deságue e desidratação, exigindo a adequação do sistema como um conjunto.
Inicialmente, foi realizada a homogeneização do lodo na alimentação, buscando maior uniformidade nas características do material encaminhado às geoformas.
Em seguida, foram ajustadas as taxas de aplicação e a dosagem de polímero, considerando as características do lodo e as condições operacionais do processo.
Também foram avaliadas e ajustadas as condições do tecido das geoformas, buscando melhorar a retenção dos sólidos e favorecer a drenagem da fase líquida.
A combinação desses ajustes permitiu otimizar o desempenho do sistema, proporcionando maior eficiência no deságue, melhor desidratação do lodo e aumento da capacidade operacional da UTR.
O trabalho demonstrou que o desempenho de uma geoforma não depende exclusivamente do equipamento, mas da integração entre características do lodo, condicionamento químico, taxa de aplicação, tecido filtrante e parâmetros operacionais.
Valor Agregado
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